sexta-feira, 10 de abril de 2015
quinta-feira, 19 de março de 2015
A lenda de São Martinho
A lenda de São Martinho
Atividade desenvolvida pela BE no âmbito da promoção da leitura. foi desenvolvida em conjunto pelos docentes do 1º ciclo.
http://www.slideshare.net/oliviagp/lenda-de-s-martinho-45997200
quarta-feira, 18 de março de 2015
Glogster
Ferramenta Web 2.0, a utilizar nas várias
áreas disciplinares, permite compilar diversas ferramentas, o
que permite uma melhor compreensão de determinados conteúdos. Ferramenta
em que se torna possível inserir texto, vídeo, áudio, imagens, gráficos, e
outros recursos o que permite com alguma subtileza cativar o interesse dos
nossos utilizadores.
SlideShare - Princepezinho
Concurso - Principezinho
http://www.slideshare.net/oliviagp/principezinho-45997270
Atividade desenvolvida pela BE no âmbito da promoção da leitura, foi desenvolvida em conjunto pelos docentes de língua portuguesa. A presente atividade foi desenvolvida pelo grupo de língua portuguesa e pela BE.
terça-feira, 17 de março de 2015
A BE e os novos ambientes virtuais de aprendizagem: Repensar o papel das bibliotecas escolares
A BE e os novos
ambientes virtuais de aprendizagem: Repensar o papel das bibliotecas escolares
Ao repensar os espaços
de aprendizagem, teremos também de repensar o papel das bibliotecas escolares.
Os novos ambientes
virtuais de aprendizagens e as comunidades de prática podem constituir novas
oportunidades para a Biblioteca Escolar.... mas também novas responsabilidades.
Quais são os
desafios...? As possibilidades...? As dificuldades?
O progresso tecnológico facilita a ação do homem, como produtor
e consumidor de informação, contribuindo para a emergência uma economia do
conhecimento em rede (Carvalho, 2007).
Atualmente já não nos imaginamos sem o acesso à Internet, o
desenvolvimento das tecnologias, a Web tem originado mudanças sociais e
culturais significativas, originando um novo padrão, um novo paradigma social e
fazendo emergir uma nova geração de nativos digitais que formam uma comunidade
virtual. No mundo em que vivemos onde a Internet impera, representa um
conhecimento de dimensão inacreditável e em crescimento exponencial, dá-se
destaque na partilha e produção de mais informação.
Carvalho (2007) refere que “é, pois, imperioso preparar as
gerações para esta nova forma de estar, onde todos são consumidores e
produtores e onde as capacidades de pesquisar e avaliar a qualidade da
informação são críticas”.
As mudanças sociais e culturais trazem repercussões no
contexto educativo, criando um modelo educacional de conhecimento e cultura
virtuais que não pode ser ignorado pelos agentes educativos, dado que acaba por
mudar a natureza do ensino e da aprendizagem, passando a uma abordagem
construtivista, mais centrada no aluno.
As “novas capacidades exigidas atualmente” são “pesquisar,
selecionar e citar; cooperar e colaborar presencialmente e online; e, ainda,
publicar e partilhar online”, a BE pode e deve ter um papel de destaque e este
papel deve ser repensado e reforçado de modo a tornar-se ainda mais ativo, deve
ensinar os alunos a movimentarem-se online, a procurar informação, a verificar
a sua qualidade e pertinência, a comunicá-la, a colaborar e a respeitar os
direitos de autor e evitar o plágio, segundo Carvalho (2007).
Segundo Albion e Maddux (2007), citados por Carvalho (2007),
“mais do que o acesso à informação, o desafio está, agora, sobretudo na
selecção de informação”, visto que “a publicação online não é necessariamente
sujeita a qualquer avaliação prévia da sua qualidade, como acontece,
normalmente, numa editora”. “Saber pesquisar e avaliar a qualidade da
informação” (Carvalho, 2007) são os “dois requisitos complementares de grande
importância”.
A BE poderá começar a
revelar as potencialidades de algumas ferramentas que podem constituir o PLE - Personal Learning Environement - de cada aluno, e que poderão funcionar como
repositório de pesquisas e de recursos encontrados online e como ponto de
produção e partilha de informação e mais conhecimento, formadas as competências
a este nível, é provável que teremos alunos aptos a conviver na “Galáxia
Internet” e a tirar proveito na construção de aprendizagens ao longo da vida e
na participação em comunidades virtuais de ensino/aprendizagem.
Os ambientes virtuais, a Web 2.0 apresentam-se aos nossos
alunos como um poderoso atrativo que deve ser aproveitado pela biblioteca
escolar no desenvolvimento de atividades de apoio ao currículo, pelas
fantásticas potencialidades que oferece. As pesquisas orientadas, as leituras
em diferentes suportes, a interatividade virtual com o acervo da biblioteca, o
acesso rápido à informação, a partilha, a cooperação são funcionalidades
permitidas pelo uso das tecnologias que podem ser um poderoso aliado na
abordagem educativa e na construção do conhecimento. “As oportunidades na rede
são inúmeras para professores e alunos desenvolverem uma aprendizagem
autêntica” (Carvalho, 2007, p. 28).
Os vários desafios impostos pela sociedade de
informação, os professores e mais concretamente ao professor bibliotecário
impõe-se, em primeiro lugar, a formação pessoal no âmbito das tecnologias,
assim como a abertura à sua utilização no trabalho dos conteúdos curriculares e
no apoio ao currículo. “A formação tem que incidir não só sobre a utilização da
tecnologia mas também sobre a sua integração pedagógica na sala de aula.”
(Carvalho, 2007, p. 27).
Referências:
Carvalho, A. (2007). Rentabilizar a Internet no Ensino
Básico e Secundário: dos Recursos e Ferramentas Online aos LMS. Sísifo.
Revista de Ciências da Educação, 03, pp. 25‑40.
Illera, J. L. R. (2007). Como as comunidades virtuais de
prática e de aprendizagem podem transformar a nossa concepção de educação. Sísifo.
Revista de Ciências da Educação, 03, pp. 117-124
Mota, J. (2009). Personal Learning Environments: Contributos
para uma discussão do conceito. Educação, Formação & Tecnologias,
vol.2 (2); pp. 5-21.
segunda-feira, 16 de março de 2015
Ambientes virtuais de aprendizagens na BE
Ao repensar os espaços de aprendizagem, teremos também de
repensar o papel das bibliotecas escolares.
Os novos ambientes virtuais de aprendizagens e as
comunidades de prática podem constituir novas oportunidades para a Biblioteca
Escolar.... mas também novas responsabilidades.
Quais são os desafios...? As possibilidades...? As
dificuldades?
QUAL O PAPEL DA
ESCOLA NA SOCIEDADE ATUAL INVADIDA PELAS TECNOLOGIAS?
As TIC estão presentes no nosso
quotidiano, estas estão a criar novos hábitos sociais: conversar sem ver, sem
tocar mas sim trocar ideias, resolver situações,…até mesmo divertir… passamos a
ser mediadas pelo computador de uma forma síncrona ou assíncrona. No e-mail, no
Facebook, no Twittter, no Skype, no telemóvel…
Tal como refere Silva, 1999 «O facto
de (...) se poder aceder aos mais variados tipos de informação sediada
em computadores em qualquer parte do mundo, se poder conversar (em tempo
real) e corresponder com pessoas espalhadas pelo mundo, se poder ter o seu
espaço próprio de publicação, faz com que se aprenda a ver e a sentir o mundo
de modo diferente porque se gera uma nova forma de conceber o espaço, o tempo,
as relações, a representação das identidades, os conhecimentos, o poder, as
fronteiras, a legitimidade, a cidadania, a pesquisa, enfim, a realidade social,
política, económica e cultural» (Silva, 1999).
QUAL O PAPEL DA
ESCOLA NA SOCIEDADE ATUAL INVADIDA PELAS TECNOLOGIAS?
Atualmente os professores deparam-se
com uma nova sociedade de “nativos digitais”, que passam o dia sempre
acompanhados ou com SMS, blogues, youtube, facebook, chats, … durante a noite
os PC e os smartphones passam a descarregar músicas, filmes e séries durante
toda a noite, ou seja o mundo não para, porque a informação e a comunicação são
um contaste turbilhão e atualizacões que se torna necessário acompanhar. A
informação já não se encontra só dentro da de aula, nem dos livros e cadernos.
Ccertamente que os professores já não são vistos como “detentores do saber”.,
estes tem que se adaptar às novas exigências, alterar o seu papel de
transmissor de conhecimentos para se transformar num mediador de aprendizagens,
deve facultar uma literacia digital que será sem dúvida uma mais-valia para os
seus alunos para que se tornem cidadãos ativos numa sociedade em constante
mudança. É fundamental definir estratégias para que os alunos trabalhem a
informação com espírito crítico, criatividade, flexibilidade, trabalho em
equipa, autonomia, entre outras, preparando-os para a inserção na vida activa.
“Os professores e os alunos passam a
ser parceiros solidários que enfrentam desafios a partir das problematizações
reais do mundo contemporâneo e procuram acções conjuntas que levam à
colaboração, à cooperação e à criatividade, para tornar a aprendizagem
colaborativa, crítica e transformadora (SILVA, 2006).”
Quanto ao perfil docente, (CAPARRÓZ e
LOPES.2008) citando Moran (2006) argumenta que com a educação online se
multiplicam os papéis do professor, exigindo uma grande capacidade de adaptação
e criatividade diante de novas situações, propostas e atividades. O professor
online deveria aprender a trabalhar com diferentes tipos de tecnologias,
possuir uma visão mais participativa do processo educacional, estimular a
criação de comunidades, a pesquisa em pequenos grupos, a participação
individual e coletiva.
Devemos realçar que esta evolução da
escola, buscando novas metodologias de aprendizagem com recurso às TIC, se tem
deparado com algumas dificuldades. colocar computadores nas salas e não alterar
as práticas de ensino não vai produzir resultados na aprendizagem dos alunos.
E, neste aspeto, deparamos com um segundo problema que se prende com a
resistência de uma parte dos docentes à formação em TIC e à mudança de
metodologia de ensino. A escola tem vindo a alterar as metodologias de
ensino-aprendizagem e a apoiar a adoção de recursos educativos baseados nas Tecnologias
de Informação e Comunicação que proporcionem um ensino mais em conformidade com
os estímulos predominantes na sociedade do século XXI.
Em jeito de conclusão, hoje em dia, a
aprendizagem deve ser realizado ao longo da vida. O espaço da
aprendizagem é aqui, em qualquer lugar; o tempo de aprender é hoje e sempre”.
Bibliografia
Silva, L.
(1999). Globalização das redes de comunicação: uma reflexão sobre as implicações
cognitivas e sociais. In J. A. Alves, P. Campos, & P. Q. Brito (Orgs.). O
futuro da Internet (pp. 53-63). Matosinhos, Atlântico.
SILVA,
Adelina (2006). Processos de ensino-aprendizagem na era digital. Disponível em:
http://www.bocc.ubi.pt/pag/silva-adelina-processos-ensino-aprendizagem.pdf
e acedido em: 10 de março de 2015.
MORAN, José
Manuel (2006). Contribuições para uma pedagogia da educação online. In: Marco
SILVA (Org.). Educação online: teorias, práticas, leg
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