quinta-feira, 19 de março de 2015

A lenda de São Martinho

A lenda de São Martinho

Atividade desenvolvida pela BE no âmbito da promoção da leitura. foi desenvolvida em conjunto pelos docentes do 1º ciclo.

http://www.slideshare.net/oliviagp/lenda-de-s-martinho-45997200

quarta-feira, 18 de março de 2015

Glogster



 Ferramenta Web 2.0, a utilizar nas várias áreas disciplinares, permite compilar diversas ferramentas, o que permite uma melhor  compreensão de determinados conteúdos. Ferramenta em que se torna possível inserir texto, vídeo, áudio, imagens, gráficos, e outros recursos o que permite com alguma subtileza cativar o interesse dos nossos utilizadores.



SlideShare - Princepezinho

Concurso - Principezinho

http://www.slideshare.net/oliviagp/principezinho-45997270


Atividade desenvolvida pela BE no âmbito da promoção da leitura, foi desenvolvida em conjunto pelos docentes de língua portuguesa. A presente atividade foi desenvolvida pelo grupo de língua portuguesa e pela BE.


terça-feira, 17 de março de 2015

A BE e os novos ambientes virtuais de aprendizagem: Repensar o papel das bibliotecas escolares

A BE e os novos ambientes virtuais de aprendizagem: Repensar o papel das bibliotecas escolares

Ao repensar os espaços de aprendizagem, teremos também de repensar o papel das bibliotecas escolares.
Os novos ambientes virtuais de aprendizagens e as comunidades de prática podem constituir novas oportunidades para a Biblioteca Escolar.... mas também novas responsabilidades.
Quais são os desafios...? As possibilidades...? As dificuldades?

O progresso tecnológico facilita a ação do homem, como produtor e consumidor de informação, contribuindo para a emergência uma economia do conhecimento em rede (Carvalho, 2007).
Atualmente já não nos imaginamos sem o acesso à Internet, o desenvolvimento das tecnologias, a Web tem originado mudanças sociais e culturais significativas, originando um novo padrão, um novo paradigma social e fazendo emergir uma nova geração de nativos digitais que formam uma comunidade virtual. No mundo em que vivemos onde a Internet impera, representa um conhecimento de dimensão inacreditável e em crescimento exponencial, dá-se destaque na partilha e produção de mais informação.
Carvalho (2007) refere que “é, pois, imperioso preparar as gerações para esta nova forma de estar, onde todos são consumidores e produtores e onde as capacidades de pesquisar e avaliar a qualidade da informação são críticas”.
As mudanças sociais e culturais trazem repercussões no contexto educativo, criando um modelo educacional de conhecimento e cultura virtuais que não pode ser ignorado pelos agentes educativos, dado que acaba por mudar a natureza do ensino e da aprendizagem, passando a uma abordagem construtivista, mais centrada no aluno.
As “novas capacidades exigidas atualmente” são “pesquisar, selecionar e citar; cooperar e colaborar presencialmente e online; e, ainda, publicar e partilhar online”, a BE pode e deve ter um papel de destaque e este papel deve ser repensado e reforçado de modo a tornar-se ainda mais ativo, deve ensinar os alunos a movimentarem-se online, a procurar informação, a verificar a sua qualidade e pertinência, a comunicá-la, a colaborar e a respeitar os direitos de autor e evitar o plágio, segundo Carvalho (2007).
Segundo Albion e Maddux (2007), citados por Carvalho (2007), “mais do que o acesso à informação, o desafio está, agora, sobretudo na selecção de informação”, visto que “a publicação online não é necessariamente sujeita a qualquer avaliação prévia da sua qualidade, como acontece, normalmente, numa editora”. “Saber pesquisar e avaliar a qualidade da informação” (Carvalho, 2007) são os “dois requisitos complementares de grande importância”.
 A BE poderá começar a revelar as potencialidades de algumas ferramentas que podem constituir o PLE -  Personal Learning Environement -  de cada aluno, e que poderão funcionar como repositório de pesquisas e de recursos encontrados online e como ponto de produção e partilha de informação e mais conhecimento, formadas as competências a este nível, é provável que teremos alunos aptos a conviver na “Galáxia Internet” e a tirar proveito na construção de aprendizagens ao longo da vida e na participação em comunidades virtuais de ensino/aprendizagem.
Os ambientes virtuais, a Web 2.0 apresentam-se aos nossos alunos como um poderoso atrativo que deve ser aproveitado pela biblioteca escolar no desenvolvimento de atividades de apoio ao currículo, pelas fantásticas potencialidades que oferece. As pesquisas orientadas, as leituras em diferentes suportes, a interatividade virtual com o acervo da biblioteca, o acesso rápido à informação, a partilha, a cooperação são funcionalidades permitidas pelo uso das tecnologias que podem ser um poderoso aliado na abordagem educativa e na construção do conhecimento. “As oportunidades na rede são inúmeras para professores e alunos desenvolverem uma aprendizagem autêntica” (Carvalho, 2007, p. 28).
 Os vários desafios impostos pela sociedade de informação, os professores e mais concretamente ao professor bibliotecário impõe-se, em primeiro lugar, a formação pessoal no âmbito das tecnologias, assim como a abertura à sua utilização no trabalho dos conteúdos curriculares e no apoio ao currículo. “A formação tem que incidir não só sobre a utilização da tecnologia mas também sobre a sua integração pedagógica na sala de aula.” (Carvalho, 2007, p. 27).



Referências:
Carvalho, A. (2007). Rentabilizar a Internet no Ensino Básico e Secundário: dos  Recursos e Ferramentas Online aos LMS. Sísifo. Revista de Ciências da Educação, 03, pp. 25‑40. 

Illera, J. L. R. (2007). Como as comunidades virtuais de prática e de aprendizagem podem transformar a nossa concepção de educação. Sísifo. Revista de Ciências da Educação, 03, pp. 117-124

Mota, J. (2009). Personal Learning Environments: Contributos para uma discussão do conceito. Educação, Formação & Tecnologias, vol.2 (2); pp. 5-21. 



segunda-feira, 16 de março de 2015

Um livro...!!! sem palavra pass

Um Livro...???


Ambientes virtuais de aprendizagens na BE

Ao repensar os espaços de aprendizagem, teremos também de repensar o papel das bibliotecas escolares.
Os novos ambientes virtuais de aprendizagens e as comunidades de prática podem constituir novas oportunidades para a Biblioteca Escolar.... mas também novas responsabilidades.
Quais são os desafios...? As possibilidades...? As dificuldades?

QUAL O PAPEL DA ESCOLA NA SOCIEDADE ATUAL INVADIDA PELAS TECNOLOGIAS?
As TIC estão presentes no nosso quotidiano, estas estão a criar novos hábitos sociais: conversar sem ver, sem tocar mas sim trocar ideias, resolver situações,…até mesmo divertir… passamos a ser mediadas pelo computador de uma forma síncrona ou assíncrona. No e-mail, no Facebook, no Twittter, no Skype, no telemóvel…
Tal como refere Silva, 1999 «O facto de (...) se poder aceder aos mais variados tipos de informação sediada em computadores em qualquer parte do mundo, se poder conversar (em tempo real) e corresponder com pessoas espalhadas pelo mundo, se poder ter o seu espaço próprio de publicação, faz com que se aprenda a ver e a sentir o mundo de modo diferente porque se gera uma nova forma de conceber o espaço, o tempo, as relações, a representação das identidades, os conhecimentos, o poder, as fronteiras, a legitimidade, a cidadania, a pesquisa, enfim, a realidade social, política, económica e cultural» (Silva, 1999).

QUAL O PAPEL DA ESCOLA NA SOCIEDADE ATUAL INVADIDA PELAS TECNOLOGIAS?
Atualmente os professores deparam-se com uma nova sociedade de “nativos digitais”, que passam o dia sempre acompanhados ou com SMS, blogues, youtube, facebook, chats, … durante a noite os PC e os smartphones passam a descarregar músicas, filmes e séries durante toda a noite, ou seja o mundo não para, porque a informação e a comunicação são um contaste turbilhão e atualizacões que se torna necessário acompanhar. A informação já não se encontra só dentro da de aula, nem dos livros e cadernos. Ccertamente que os professores já não são vistos como “detentores do saber”., estes tem que se adaptar às novas exigências, alterar o seu papel de transmissor de conhecimentos para se transformar num mediador de aprendizagens, deve facultar uma literacia digital que será sem dúvida uma mais-valia para os seus alunos para que se tornem cidadãos ativos numa sociedade em constante mudança. É fundamental definir estratégias para que os alunos trabalhem a informação com espírito crítico, criatividade, flexibilidade, trabalho em equipa, autonomia, entre outras, preparando-os para a inserção na vida activa.
“Os professores e os alunos passam a ser parceiros solidários que enfrentam desafios a partir das problematizações reais do mundo contemporâneo e procuram acções conjuntas que levam à colaboração, à cooperação e à criatividade, para tornar a aprendizagem colaborativa, crítica e transformadora (SILVA, 2006).”
Quanto ao perfil docente, (CAPARRÓZ e LOPES.2008) citando Moran (2006) argumenta que com a educação online se multiplicam os papéis do professor, exigindo uma grande capacidade de adaptação e criatividade diante de novas situações, propostas e atividades. O professor online deveria aprender a trabalhar com diferentes tipos de tecnologias, possuir uma visão mais participativa do processo educacional, estimular a criação de comunidades, a pesquisa em pequenos grupos, a participação individual e coletiva.
Devemos realçar que esta evolução da escola, buscando novas metodologias de aprendizagem com recurso às TIC, se tem deparado com algumas dificuldades. colocar computadores nas salas e não alterar as práticas de ensino não vai produzir resultados na aprendizagem dos alunos. E, neste aspeto, deparamos com um segundo problema que se prende com a resistência de uma parte dos docentes à formação em TIC e à mudança de metodologia de ensino. A escola tem vindo a alterar as metodologias de ensino-aprendizagem e a apoiar a adoção de recursos educativos baseados nas Tecnologias de Informação e Comunicação que proporcionem um ensino mais em conformidade com os estímulos predominantes na sociedade do século XXI.
Em jeito de conclusão, hoje em dia, a aprendizagem deve ser realizado ao longo da vida.  O espaço da aprendizagem é aqui, em qualquer lugar; o tempo de aprender é hoje e sempre”.


Bibliografia
Silva, L. (1999). Globalização das redes de comunicação: uma reflexão sobre as implicações cognitivas e sociais. In J. A. Alves, P. Campos, & P. Q. Brito (Orgs.). O futuro da Internet (pp. 53-63). Matosinhos, Atlântico.
SILVA, Adelina (2006). Processos de ensino-aprendizagem na era digital. Disponível em: http://www.bocc.ubi.pt/pag/silva-adelina-processos-ensino-aprendizagem.pdf e acedido em: 10 de março de 2015.
MORAN, José Manuel (2006). Contribuições para uma pedagogia da educação online. In: Marco SILVA (Org.). Educação online: teorias, práticas, leg

quarta-feira, 11 de março de 2015

Ser Leitor

Benefícios da leitura

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- A leitura acaba por ser o suporte que permite a cada um ter um apoio sólido para crescer como ser humano. 
- Há determinadas obras que sendo clássicos são estruturantes para a cultura de qualquer ser humano e que lhe permite um suporte sólido na sua ascensão a níveis superiores de conhecimento.